Fica aqui uma coisa light, que ando sem vida para isto. Com uma nota de rodapé, esta foi das anedotas que ouvi quando era pequenina e nunca mais me esqueci. E ainda me rio quando me lembro dela.
Um português um francês e um inglês iam num avião. Já a viagem durava algum tempo, o inglês estica o braço para fora da janela, e diz:
- Meus amigos, estamos a sobrevoar Londres.
- Como é que sabes? - perguntam os outros.
- Pus o braço de fora e toquei no Big Ben.
O francês, não querendo ficar para trás, deixa passar algum tempo e depois anuncia:
- Meus amigos, estamos a sobrevoar Paris.
- Como é que sabes? - perguntam os outros.
- Deitei o braço de fora, e toquei na Torre Eiffel.
O português começa a coçar a cabeça, muito pensativo, e passado algum tempo diz:
- Meus amigos, estamos a sobrevoar Lisboa.
- Como é que sabes? - perguntam os outros.
- Pus o braço de fora e roubaram-me o relógio.
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20 outubro 2009
18 outubro 2009
Muito engraçado
Eu não escrevo (quase) nada ultimamente. Ando muito ocupada - muito mais que o costume. Mas ainda dou a volta aos blogues (mais ou menos). E encontro umas coisas giras. Por exemplo esta história da Susana, que me pôs aqui a rir à gargalhada. Até fiquei com umas lágrimas nos olhos. Pronto, e agora que já fiz a minha boa acção do dia, posso ir dormir.
07 setembro 2007
#64
Há alturas sérias em que me dá vontade de rir. Uma grande vontade de rir, sob risco de ser trucidada por quem estiver por perto. Uma das piores aconteceu há muitos anos, no funeral de um rapaz da minha turma que tinha sido atropelado. A igreja estava tão cheia, que me lembrei de uma carta de um amigo, em que ele dissertava sobre uma ida à Queima (ele era mais velho) e dizia que aquilo estava tão cheio que se levantasse os dois pés do chão não só não cairia, como seria arrastado pelas multidões. Claro que a ideia dava vontade de rir, mesmo num funeral (eu só conhecia o rapaz há quinze dias).
Ontem, com a morte do Pavarotti, foi parecido, com a diferença que lá em casa ninguém ficou com vontade de me bater ou de me mandar para a rua. Gostam de mim, perdoam-me estes ataques de loucura. O que eu não percebo é como é que jornalistas atrás de jornalistas foram capazes de falar de uma "enorme perda", da "pesada herança" do "peso da contribuição" e outros epítetos parecidos, uns atrás dos outros, e nem sequer esboçar um sorriso. Ou sou eu que sou parva - é bem possível - ou eles não perceberam a piada, ou então fizeram de propósito e são bons actores.
Ontem, com a morte do Pavarotti, foi parecido, com a diferença que lá em casa ninguém ficou com vontade de me bater ou de me mandar para a rua. Gostam de mim, perdoam-me estes ataques de loucura. O que eu não percebo é como é que jornalistas atrás de jornalistas foram capazes de falar de uma "enorme perda", da "pesada herança" do "peso da contribuição" e outros epítetos parecidos, uns atrás dos outros, e nem sequer esboçar um sorriso. Ou sou eu que sou parva - é bem possível - ou eles não perceberam a piada, ou então fizeram de propósito e são bons actores.
22 junho 2007
#32
Chamo aos meus dedos dos pés "fingers" (e sei bem que são "toes"), e quem é que se ri de mim, quem é? Certas e determinadas pessoas, que chamam às luvas sapatos para as mãos ("Handschuhe").
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