10 fevereiro 2014

O Inverno do meu contentamento

Para quem gosta de neve, tem sido terrível. Nem frio, nem neve, pouquíssimas ocorrências de temperaturas negativas. Até agora tivemos passeios com neve uma vez. Uma maravilha para quem não gosta de ter que os limpar. Um desgosto para a malta com máquinas XPTO que limpam a neve do passeio em menos de um ai. Pergunto-me como será para os limpa-neves profissionais, se recebem por contrato independentemente da quantidade de trabalho que vierem a ter, ou se, pelo contrário, são contratados ad-hoc conforme as necessidades. Suponho que haja dos dois.
Nas estâncias de ski há alguma neve, muito à conta das máquinas que produzem neve artificial (blhéc), é melhor que nada. Nos picos há sempre neve, nem que esteja congelada ao ponto de parecer gelo, o que não é para todos.
Mas na cidade, tem sido o melhor Inverno de sempre. Alguns dias cinzentos, sim, alguns, poucos, dias de chuva, muitos dias de sol. Temperaturas quase sempre nos graus positivos, quase Primavera para esta zona. Nada daquela porcaria castanha em que se transforma a neve depois do manto branco inicial. (Ainda) nem tirei as camisolas mais quentes do armário, tenho andado sempre de t-shirt e casaco. E os gorros também têm ficado esquecidos na gaveta.
A cereja em cima do bolo seria poder aproveitar este Inverno tão ameno passando o máximo tempo possível fora de quatro paredes. Não se pode ter tudo, parece-me, mas também não me queixo, mesmo do lado de dentro da janela gosto de ver o sol e saber que posso ir lá fora sem congelar o nariz. E, em podendo escolher, prefiro trabalhar com o sol a bater-me na cara.

01 fevereiro 2014

Era uma corrida, sff

Às vezes olho para os corredores do meu local de trabalho, penso nas cadeiras com rodinhas, e começo a planear mentalmente uma corrida de cadeiras de escritório. Qual o melhor percurso, versão contra-relógio ou várias pistas alinhadas, volta ao andar completo, ou ainda uma versão avançada incluindo utilização de elevadores para aumentar a distância total a percorrer. Pares - um sentado, outro a empurrar -, estafeta, individual (dar ao pé).  E, claro, a que hora é se poderia fazer uma coisa destas. Depois a bolha faz pop, uma coisa destas só com autorização e não me parece que haja sentido de humor suficiente para deixar a malta descontrair desta maneira, tudo a voltar para as secretárias, cadeirinhas sossegaditas, podem girar mas não dêem muito uso às rodinhas para não gastar que o material é caro.
O meu vizinho entretanto anda a preparar uma partida relativamente inofensiva. Trocar o papel higiénico na casa de banho por um que não tem ponta e é impossível de rasgar (acho que é este aqui). Felizmente as casas de banho são antiquadas (homens para um lado, senhoras para outro), e como tal estou a salvo, mas agora que já pensei nisto melhor não sei se é uma partida engraçada ou de mau gosto. Alguém devia avisar a rapaziada para levar o jornal quando for usar a sanita.

30 janeiro 2014

Eu fui à praxe

Podia dizer que eu fui à praxe e sobrevivi, mas não é verdade.
Eu vi a "minha" praxe ao longe das primeiras vezes, e achei aquilo uma brincadeira divertidíssima, e depois também quis entrar. Eu era para não me ter lá ido meter, mas isso foi antes de saber como era na minha faculdade.
E as primeiras coisas que eram anunciadas aos caloiros era que ali não se ia pintar a cara a ninguém, nem fazer a malta andar de fraldas ou parvoíces dessas. Isso era para as outras praxes. A minha praxe foi uma festa. Pronto, nem tanto, teve tardes em que foi uma seca - um ou dois veteranos a falar durante muito tempo, e algumas coisas eram interessantes e outras menos- mas também teve tardes e noites de morrer a rir. Tive aulas fantasma - em que um dos mais velhos nos apareceu a fazer de professor e nos deu uma lista de bibliografia que nunca mais acabava (o Pisconov, o famoso livro de matemática, era seguido do Piscodez, obviamente - para quem não era caloiro - inventado). Rimo-nos muito, muitas vezes, eu se calhar mais do que os outros. Fizemos casco-paper, latada (com latas, e sem mais adereços), noitadas, sessões solenes, cantorias, jantaradas, almoços nas cantinas e nas tascas da cidade, e sim, fomos felizes juntos. O pessoal do segundo ano estava proibido de praxar - para não haver excessos - e a praxe mais organizada, dia sim dia sim durante muitas semanas, estava entregue a alguns alunos do terceiro ano. Os veteranos apareciam para fazer número, mandar bocas, discursar, ensinar algumas coisas pois. Em público, quando se praxava primeiro fazia-se uma parede de capas pretas, para que os estranhos não assistissem . Ok, dentro do possível. Mas ninguém foi mandado comer porcarias, ou teve que rastejar pelo chão. E os "doutores" levavam-nos às aulas. E depois iam-nos buscar. :o)
Nunca me senti obrigada a ir à praxe, e tive pena dos dias em que não pude ir. Nunca me senti maltratada, ou humilhada. E parcialmente terá sido porque era caloira, e as caloiras eram tratadas com mais cuidado, ninguém nos punha um dedo em cima. Vantagens da faculdade estar cheinha de homens. Se calhar a parte mais chocante da minha praxe foi a quantidade de asneiras que dissemos... mas eu sou transmontana, e na minha terra usa-se uma linguagem ainda mais colorida do que a que ouvi na praxe.
Havia um grupo de três colegas que nunca foram à praxe. E usaram traje, e foram ao cortejo e à queima. E não, não eram iguais aos outros. Não é que não tivessem amigos. Ninguém os tratava mal. Davam-se bem com um número menor de pessoas, penso que era aí que residia a maior diferença. Demoraram mais tempo a criar laços. Bom ou mau, não sei, eu até me dava com eles, mas não era como com os outros, com que tinha rido e partilhado horas e horas a fazer as mesmas coisas. Nunca, nos anos todos em que convivemos quase diariamente, aqueles três se tornaram tão próximos como alguns outros que estiveram na praxe comigo. Provavelmente foram dos poucos alunos do meu curso que não tiveram explicações de desenho técnico com um "doutor" que adorava a cadeira e ajudou praticamente todos os caloiros a compreender a matéria.
A minha melhor amiga de sempre conheci-a na praxe. Ficávamos uma ao lado da outra, literalmente e figurativamente, e assim continuamos, tantos anos depois, mesmo que em países diferentes.

Se a praxe é uma coisa boa? Para mim foi. O que é certo é que desde sempre que ouço relatos de coisas terríveis que aconteceram em praxes, e felizmente nunca tive uma experiência que se assemelhasse. Nem ao que aparece nos jornais, nem ao que se vê nas ruas. Nunca me pintaram a cara. Nunca me puseram um dedo em cima. Nunca me tentaram obrigar a fazer nada. O medo que eu tinha à praxe passou quando vi a praxe ao vivo na minha faculdade, e transformou-se num prazer. Sim, eu gostei da praxe. E porquê? Porque sou masoquista. Porque foi divertida. Porque conheci quase toda a gente em alguns dias. Porque criei cumplicidades que na ausência da praxe não teriam acontecido. E por causa da praxe envolvi-me em imensas coisas que não tinham nada a ver com a praxe - mas que apenas se proporcionaram por ter conhecido aquela gente toda durante a praxe. E a minha praxe foi um espectáculo dos bons.

23 janeiro 2014

Há dias em que é divertido

Os dias em que há batatada aparecem sem avisar. Umas vezes começa de manhã, outras vezes à tarde e prolonga-se pelos dias seguintes. Há campeonatos de batatada que dão vontade de rir, quando não terminam com olhos negros e narizes a sangrar, são mais parecidos como uma batalha de bolas de neve. Outros terminam com narizes vermelhos, pernas partidas, e mangueiras em vez de veias a sangue a jorrar por todo o lado, como no kill bill. E tem dias em que o campeonato de batatada torna o dia uma perda de tempo, quando as batatas são poucas, pequeninas, moles e não dão para fazer nada com elas, mas ainda assim passam o dia todo a voar perto do meu nariz e ouvidos. Nesses dias era preferível que fossem plantar batatas, a ver se da próxima vez tinham um campeonato como deve ser.

Às vezes escrevo, e depois arrependo-me

Umas vezes fica em draft até dia de S. Nunca, outras vezes apago mesmo para não ceder nunca à tentação de publicar. Porque pode ser lixo, de um ponto de vista, porque pode ser demasiado pessoal, porque pode ser a história de outra pessoa, porque não vale a pena explicar a todo o mundo que o pai Natal não existe.

10 janeiro 2014

Até me assustei

Comecei o ano com tanta energia positiva, e energia, em geral, que quando me apercebi foi como se me tivesse ultrapassado a mim própria.

08 janeiro 2014

Oficialmente, velha. Na terceira idade. Ou meia-idade vá. Mental, que é ainda pior.

No primeiro dia do ano, uma amiga minha, emigrada por outras paragens, postou uma foto do nascer do sol no livro-caras. Ela faz isso frequentemente, pelo que eu comentei algo como "deitaste-te tarde". Acho que a ofendi, pela resposta (a vida não é só trabalhar). Mas isso não foi o pior. O pior é que eu estava a brincar, a ser irónica. Estava plenamente convencida que todas aquelas fotos de nasceres-do-sol tinham sido tiradas por uma pessoa madrugadora. Que se levantava cedo e ia fazer ioga para a praia, correr no calçadão, treinar para o ginásio. De cada vez que aparecia uma foto daquelas eu só pensava para comigo, ainda bem que não tenho que me levantar assim tão cedo. Não houve uma única vez que eu pensasse, olha, foi para a borga e deitou-se depois de o sol nascer. Tomara eu ter energia para ficar a pé depois das duas da manhã, quanto mais para sair e ficar a pé até o dia raiar.
Se por um lado me parece que isto é um indício claro que estou a ficar velha, por outro lado, pode ser exactamente o seu contrário. A minha criança interior também não pensa em ficar a pé até a manhã chegar, a noite é para dormir sob pena de ficar rabugenta ou não conseguir acordar a horas no dia seguinte. Tem dias que nem o despertador me consegue arrancar do sono. Eu só conseguiria tirar uma foto do nascer do sol se deixasse a máquina programada para o fazer sozinha.

Começa bem

Está um tempo maravilhoso. 13 graus, sol todo o dia, francamente maravilhoso, lindo, uma belíssima maneira de começar o ano. E depois, boas notícias logo a abrir - geniais - seguidas de notícias ainda melhores, desgraças para outros lados (simpatizo, mas ainda bem que não me calhou a mim), e um campeonato de estaladas a que só assisti de camarote. As estaladas eram em sentido figurado, e incluíram jogo de apostas, também em sentido figurado, e no fim, com um bocadinho de sorte, acaba tudo em bem e toda a gente fica a ganhar. Até lá vou-me rindo da minha sorte e dando uma mãozinha no que puder aos menos afortunados.

07 janeiro 2014

Não sei se foi de a Merkel ter partido a bacia ou por ter morrido o Eusébio

O avião da TAP chegou a horas, mas as malas estiveram 45 minutos para sair. O supermercado estava aberto, mas produtos frescos, nem vê-los. Estão todos de luto e não avisaram?

05 janeiro 2014

A luz dos dias

Choveu com força toda a noite, de manhã mais miudinha, de tarde dormi uma soneca ao sol, vi as nuvens, e tive pena de não ter arte para a fotografia. Pois que nestes dias vi o sol, nuvens, nevoeiro, chuva e céu nublado, mas sempre com uma luz diurna forte e maravilhosa. Para recordar apenas nas gavetas da minha memória, dias lindos, de todas as formas.

04 janeiro 2014

Não era em Maio?

Está a trovejar. Em Janeiro. Eu bem tinha dito que estava calor. (Quinze graus em Janeiro é calor. )

Maioridade

Vim à terra e não me apeteceu andar às compras. Não como dantes. Não preciso de roupa mesmo que seja confeccionada em Portugal,  não tenho vontade de experimentar sapatos mesmo que me desse jeito substituir um par preto que já não anda a cem por cento. Deve ser isto, ser finalmente adulta. Isto e sentir-me bem e não ter vontade de fugir quando vou na rua com a minha mãe e encontramos colegas dela, apreciar a terra pequena onde não há nem fazem falta autocarros para ir de uma ponta à outra. Quinze minutos a pé a andar bem não custam nada, mesmo que depois dos segundos ou terceiros quinze minutos haja músculos que se queixem por não estarem habituados a tanto andar. Nunca se sai de casa só uma vez, é tudo tão perto que cada vez que se pensa "preciso disto" vai-se logo tratar do assunto pondo, literalmente,  os pés ao caminho.
Ganhei um novo apreço pelo comércio tradicional, onde pergunto onde estão as coisas e logo as encontro sem ter que dar mil voltas (e o pvp tabelado e os descontos que os lojistas fazem quase sempre), onde se leva algo para casa a ver se serve e no dia seguinte se passa outra vez a pagar ou devolver. A confiança nas pessoas,  no comércio,  já nem me lembrava que é assim.

03 janeiro 2014

A minha enorme capacidade de concentração

Enquanto estou a fazer coisas no computador, não me apercebo de mais nada à minha volta. Quando paro, pedem-me uma moedinha. Não tenho disso, meto a mão ao bolso e saem de lá um cão, um estrumfe, e sete anões. Juro que não estavam lá há uns minutos. O meu bolso deve ser mágico.

01 janeiro 2014

De 2013

levo a surpresa do poder de um simples obrigado. Por duas vezes, um obrigada entusiasmado a pessoas que estavam simplesmente a fazer o seu trabalho, e das duas vezes, as duas senhoras a quem se dirigiu, ficaram comovidíssimas. Minhas queridas, não foi nada. O prazer foi todo meu. Depois disto fico a pensar mas que vidas são estas, em que um pequeno acto de simpatia causa um efeito tão grande.

27 dezembro 2013

Está um frio de cão

Um briol que não se aguenta. Um gelo entranhado nas casas.
Devia ter trazido o portátil que aquece. Aquele que normalmente precisaria de uma almofada por baixo para não me aquecer as pernas demais. Só passaram umas horas e já estou com saudades do aquecimento central. Vou vestir mais uma camisola. E procurar um cobertor. Ou um saco de água quente. Estão mais dez graus que em Munique, mas em casa, menos quinze, por aí. Não há lareira. No país mais quente da Europa (dos mais quentes, vá), está um frio de rachar. Incrível.

25 dezembro 2013

22 dezembro 2013

Pânico numa casa de engenheiros

A internet foi abaixo. Sábado à noite. A menos de 24 horas de sermos invadidos por miudagem que não sabe viver sem wi-fi (os miúdos são o menos, os graúdos é que se sentem perdidos sem net).
O pânico passa pelas diferentes fases.
1- A net foi abaixo. Vai ver o router.
2 - Já fiz reset ao router. A net ainda não funciona. A luz está vermelha. E se o modem avariou? (Pânico moderado. Alerta amarelo.)
3- Qual é a password desta treta? (Alerta laranja. Todos os engenheiros de roda do modem/router e do computador a ele ligado por um cabo. Luzes extra ligadas, no canto das ligações ao exterior - telefone, modem - não há muita iluminação. Descobrimos pó de meses, nunca ninguém limpa o ninho de ratos que é aquele monte de cabos e caixas de electrónica. Neste momento, ninguém quer saber do pó.)
4- Entrei no router. O gajo não diz o que está mal. A luz da internet está vermelha mas todas as outras estão verdes. O gajo insiste que quer fazer um update de cada vez que alguém se liga ao dispositivo. Hmmm. (Alerta laranja. Tudo sentado no chão com cara de caso a olhar para o écran.)
5- Onde raios anda a password e username hipercomplicados do acesso à net? (Ir buscar papelada com quase 10 anos.) Isto continua a não funcionar. Quanto tempo é que um router/modem deveria durar (não é assim tão velho como isso)? É sábado à noite. Domingo está tudo fechado. Se for problema a resolver pela telekom, ninguém vai estar disponível durante quinze dias. As lojas só estão abertas segunda e terça de manhã. Para arranjar outro router/modem, identificar se é esse o problema, ir e voltar, vai ser o cabo dos trabalhos. (Alerta vermelho.)
6- E que tal fazer um reset de fábrica? (Ligar ao google pelo telefone, procurar como se faz.)
7- Copiar todos os settings para um documento. Reset ao router. Esperar. Panicar.
8- Nada parece funcionar. É tardíssimo. Desistir. (Alerta vermelho.) Desligar o computador.
9- Enquanto o computador desliga, a luz vermelha do router passa a verde. (Alerta amarelo?) Ligar todos os dispositivos outra vez, procurar sinal de vida da net.
10- Trocar a password do wi-fi. Voltar a verificar todos os dispositivos (alerta amarelo).
11- Funciona! Já podemos dormir descansados.
12- Olha! Aqui diz que é um problema comum deste router, o software mais recente tens problemas de instabilidade e a solução é mesmo fazer um reset de fábrica!
13- Sim, sim, já sei, e se fôssemos dormir? Ah, espera só mais um minuto, ainda tenho que imprimir aquela papelada que é precisa daqui a umas horas... (Pânico desinstalado.)

A calma que precede a tempestade

Meio dia sozinhos em casa. A partir do jantar, reboliço sem fim durante quinze dias. Esta altura do ano é uma animação.

19 dezembro 2013

Antro de perdição

Por causa dos miúdos dos meus amigos, passei pouco menos de uma hora numa loja de brinquedos. O que eu gosto de lojas de brinquedos. Entre Legos, artigos de papelaria (carimbos! cola! canetas e lápis de cores!), carros telecomandados, jogos vários, peluches, coisas para martelar, material mini da Bosch, bonecas do Monster High, e um puto a brincar com as cozinhas, eu estava a ver que não saía dali. A atracção por coisas divertidas e brilhantes é quase inexplicável, ao início, e depois transforma-se num entusiasmo incrível. Admirei as caixas de Lego todas, Lego Friends, City e Technic, ignorei os Mindstorms porque são caríssimos, imaginei utilizações para motores da lego ligados a uma peça rotativa. E, agora que penso nisso, não vi outros dos meus jogos de construção preferidos, os eitech. Hmmm que pena não ter que lá voltar. Também encontrei um dos meus jogos favoritos de miúda (chapéus voadores, o meu era da majora, mais alguém teve isso?), trouxe para oferecer, e resisti a trazer um tragabolas para jogar cá em casa. O tragabolas era aquele jogo que todos os meus amigos queriam ter, e que eu nunca tive quando miúda, por isso é difícil passar por um e não o trazer para casa. A verdade é que anda por aí uma versão de viagem (para 2 pessoas), e por isso é difícil justificar arranjar um de tamanho normal, mas caramba, o tragabolas cá em casa trabalha quase todas as noites, aqueles hipopótamos aqui não passam fome.
Consegui sair dali rapidamente, com um único saco de compras e o sentimento de missão cumprida. Agora ando aqui a magicar uma maneira de fazer uma garagem para os carrinhos de Lego com embalagens de cartão. Há dias em que tenho cinco anos. Ou oito, vá.

18 dezembro 2013

Coisas que aprendi com o stumbleupon

Mais do que tecnologia, ciência, computadores, gadgets, internet, psicologia (de pacote), eu gosto é de me rir. Ajuda se as piadas forem inteligentes, e tiverem um contexto que faça parte dos meus interesses - computadores, ciência, tecnologia. Mas quando tenho tempo para surfar ao acaso na net, eu quero é rir-me um bocado.