17 maio 2013
Partidas e chegadas
Passo o ano a fazer (e desfazer) malas. As estatísticas confirmam-se: fazer malas, 5 minutos, desfazer, uma semana. O tempo que demoro a desfazer a mala, no regresso, pode diminuir ligeiramente se meter a roupa toda para lavar (técnica entretanto aperfeiçoada, tento nunca lavar a roupa fora de casa), ou aumentar se contar o tempo de levar a mala vazia para o lugar... Não é preguiça o meu problema, não, é uma vida muito atarefada... ahem...
16 maio 2013
É hoje, é hoje!
Não posso andar de um lado para o outro sem me darem os parabéns :-).
O telefone não pára de tocar ou apitar com mensagens, e o email está constantemente a receber coisas novas.
Sei muito bem que muito disto é o "efeito facebook". O resto, são amigos, ou colegas com boa memória.
Posso estar cada vez mais velha (e sim, desta vez é que foi, estou oficialmente uma cota, eu nem sei como é que cheguei aos a esta idade tão depressa), mas isso também tem as suas coisas boas.
A minha pimpolha acordou tão excitada como se fosse o aniversário dela, e lá foi acordar o irmão para prepararem as minhas prendas. Tomámos um pequeno-almoço de fim-de-semana, abri as prendas, e fomos à nossa vida (trabalho, escola).
Muitos miminhos, como deve ser. Alguma coisa devo ter feito bem para merecer tanto carinho.
O telefone não pára de tocar ou apitar com mensagens, e o email está constantemente a receber coisas novas.
Sei muito bem que muito disto é o "efeito facebook". O resto, são amigos, ou colegas com boa memória.
Posso estar cada vez mais velha (e sim, desta vez é que foi, estou oficialmente uma cota, eu nem sei como é que cheguei aos a esta idade tão depressa), mas isso também tem as suas coisas boas.
A minha pimpolha acordou tão excitada como se fosse o aniversário dela, e lá foi acordar o irmão para prepararem as minhas prendas. Tomámos um pequeno-almoço de fim-de-semana, abri as prendas, e fomos à nossa vida (trabalho, escola).
Muitos miminhos, como deve ser. Alguma coisa devo ter feito bem para merecer tanto carinho.
15 maio 2013
Rosa
Blazer rosa forte para a video conferência. A estrela do que seria, sem ele, uma imagem apenas branca, sem interesse nenhum. Para outros, garrafas no background. Há gente com sorte.
12 maio 2013
Das vantagens de fazer anos
Uma pessoa ganha coragem para não fazer o que não quer e admiti-lo descaradamente. Reuniões chatas? Queira desculpar, mas faço anos, não vou. Nem é que não possa, e nem digo que não posso. Não quero, mesmo, compreenda. A vida é demasiado curta para desperdiçar horas preciosas assim. Podia festejar assim todos os dias.
Segurança é...
Roupa cor de rosa fluorescente. Pode não combinar com absolutamente nada, pode ferir a vista, pode ser a coisa mais berrante que alguma vez se viu, mas isso tudo contribui para o título de roupa mais segura para andar na rua. Roupa com tão grande visibilidade só pode evitar acidentes. Ninguém dirá que não viu.
07 maio 2013
05 maio 2013
Coimbra
Estes estudantes andam muito a pé. E bebem muito. E cantam alto. A altas horas da noite.
(Não me estou a queixar.)
(Não me estou a queixar.)
02 maio 2013
As avós como exemplo
Fui dar com esta TED talk sobre "o direito à compreensão". São quinze minutos bem passados, a pensar sobre o que lemos em documentos que deveríamos compreender, porque no fim os assinamos.
A Sandra Fisher Martins fala sobre a linguagem dos documentos, e no fim escolhe a figura da avó para nos fazer pensar em como simplificar as coisas. Achei a ideia genial, embora não seja, para mim, nova. O importante é que fez clique com outras "avós" da minha vida.
O professor Daniel Bessa explicava economia recorrendo ao exemplo da sua avó ("na mercearia da minha avó era assim... " e continuava). Provavelmente ainda o faz. Era genial, porque imediatamente tornava um assunto complexo acessível fazendo o paralelismo com coisas que toda a gente compreendia.
Tenho um colega que usa a avó dele (mas podemos substituir por qualquer outra avó) como exemplo do que toda a gente deve saber em termos de tecnologia. Outras pessoas usam "um motorista de autocarro" ou "um licenciado em humanidades", mas a avó é imbatível.
Eu uso os velhotes (a partir de agora chamar-lhe-ei avós) como exemplo a seguir na escolha dos cafés com o melhor atendimento e os melhores bolos. Os avós merecem respeito porque já viveram muito, e sabem muitas coisas que se calhar nem nos passam pela cabeça.
Gosto desta TED, não só pela ideia principal de que é necessário simplificar a linguagem dos documentos, em particular dos documentos legais, mas também pela ideia de pensarmos na avó para o fazer.
E como é que se escreve como se fosse para a avó?
1. Começar pelo mais importante (ela tem mais que fazer, por isso vão directamente ao assunto, e escrevam com respeito e sem paternalismos)
2. Escrever com frases curtas.
3. Usar linguagem simples, nada de palavras complicadas.
Simples. Eu sou a primeira a violar estas regras todas quando tenho de escrever alguma coisa, mas vou tentar lembrar-me disto e melhorar. :-) Fazer de conta que estou a escrever para a minha avó.
A Sandra Fisher Martins fala sobre a linguagem dos documentos, e no fim escolhe a figura da avó para nos fazer pensar em como simplificar as coisas. Achei a ideia genial, embora não seja, para mim, nova. O importante é que fez clique com outras "avós" da minha vida.
O professor Daniel Bessa explicava economia recorrendo ao exemplo da sua avó ("na mercearia da minha avó era assim... " e continuava). Provavelmente ainda o faz. Era genial, porque imediatamente tornava um assunto complexo acessível fazendo o paralelismo com coisas que toda a gente compreendia.
Tenho um colega que usa a avó dele (mas podemos substituir por qualquer outra avó) como exemplo do que toda a gente deve saber em termos de tecnologia. Outras pessoas usam "um motorista de autocarro" ou "um licenciado em humanidades", mas a avó é imbatível.
Eu uso os velhotes (a partir de agora chamar-lhe-ei avós) como exemplo a seguir na escolha dos cafés com o melhor atendimento e os melhores bolos. Os avós merecem respeito porque já viveram muito, e sabem muitas coisas que se calhar nem nos passam pela cabeça.
Gosto desta TED, não só pela ideia principal de que é necessário simplificar a linguagem dos documentos, em particular dos documentos legais, mas também pela ideia de pensarmos na avó para o fazer.
E como é que se escreve como se fosse para a avó?
1. Começar pelo mais importante (ela tem mais que fazer, por isso vão directamente ao assunto, e escrevam com respeito e sem paternalismos)
2. Escrever com frases curtas.
3. Usar linguagem simples, nada de palavras complicadas.
Simples. Eu sou a primeira a violar estas regras todas quando tenho de escrever alguma coisa, mas vou tentar lembrar-me disto e melhorar. :-) Fazer de conta que estou a escrever para a minha avó.
01 maio 2013
A caixa do demo
A miúda recebeu uma caixa de materiais para fazer os seus próprios cartões 3D. Para além do facto de a caixa indicar uma idade aconselhada de 6 anos ou mais (ou seja, ou quem comprou foi generoso, ou tinha na ideia que ela guardasse a caixa para mais tarde - o que por si só evidencia a falta de compreensão da mente de uma miúda de 5 anos) aquilo envolve uma data de trabalho manual. Recortar, colar, pintar. Muito bonito, 'a primeira vista. O terror começa quando olho para os objectos a recortar: aquilo em vez de ser uma coisa com linhas direitas, uma ou outra linha mais curva, vá lá, rapidamente se transforma num circuito de saliências e reentrâncias minúsculas, que requerem a perícia, não de uma criança de 6 anos ou mais, mas de uma pessoa que ganhe a vida a fazer scrapbooks. Uma tesoura de pontas redondas não tem como recortar tais pormenores, e uma tesoura normal pouco mais consegue fazer. O 3D não passa de obrigar a miúda a mãe a recortar uma imagem grande, e depois pormenores mais pequenos da mesma imagem que a miúda (vá lá) irá colar a uma espécie de esponjinha minúscula com cola dos dois lados - perfeita para os dedinhos dela. Quando chego ao enésimo passarinho e respectivas penas salientes, já só me apetece mutilar o malvado pássaro, cortar o nariz 'a princesa, e queimar os corações em efeito de flor. O projecto de 4 cartões rapidamente se transforma em "um cartão por dia", que eu tenho dificuldades em usar a tesoura por mais de 5 minutos, quanto mais meias horas seguidinhas. Para que é que ela quer tanto cartão, ainda para mais, se era para o dia da mãe devia haver outro voluntário a recortar tanto desenho.
Estes monstros do marketing deviam ser obrigados a fazer cartões 3D com tesouras de pontas redondas antes de classificarem estas coisas como para maiores de 6. O que a caixa deveria dizer era que é preciso um mestrado em trabalhos manuais ou belas artes para fazer aqueles belos cartões, caso contrário mais vale recortar bonecos de uma caixa de cereais e colá-los num papel branco. Sempre se estragava menos material e o que se poupava em nervos. Se alguma vez me lembrar de oferecer um kit de trabalhos manuais a um pequeno humano vai ser uma caixinha com simples papel branco, cola, tesoura, e lápis ou marcadores. Ao menos com isto não pode haver erros. E um conselho: recortem primeiro, pintem depois.
Estes monstros do marketing deviam ser obrigados a fazer cartões 3D com tesouras de pontas redondas antes de classificarem estas coisas como para maiores de 6. O que a caixa deveria dizer era que é preciso um mestrado em trabalhos manuais ou belas artes para fazer aqueles belos cartões, caso contrário mais vale recortar bonecos de uma caixa de cereais e colá-los num papel branco. Sempre se estragava menos material e o que se poupava em nervos. Se alguma vez me lembrar de oferecer um kit de trabalhos manuais a um pequeno humano vai ser uma caixinha com simples papel branco, cola, tesoura, e lápis ou marcadores. Ao menos com isto não pode haver erros. E um conselho: recortem primeiro, pintem depois.
Determinação
Tenho, e admiro nos outros, imensamente.
A capacidade de se decidir o que se quer, independentemente da idade. A capacidade de descobrir o caminho para se chegar os destino que se escolheu. E depois, fazer todo o trabalho necessário para atingir o que se quer. Nada disto é fácil. Tudo isto demonstra carácter.
A capacidade de se decidir o que se quer, independentemente da idade. A capacidade de descobrir o caminho para se chegar os destino que se escolheu. E depois, fazer todo o trabalho necessário para atingir o que se quer. Nada disto é fácil. Tudo isto demonstra carácter.
30 abril 2013
A intenção é que conta
No fim de semana ofereceram-me um ramo de tulipas. No sábado ainda estavam fechadas. Depois de abrirem, deitaram imenso pólen. Aguentei enquanto pude,mas não consigo mais, tive que me livrar delas. Mil desculpas aos amigos que trouxeram as flores, mas erraram na época do ano para o fazer.
Batem leve levemente
como quem chama por mim
será chuva, será gente?
Nada disso, são as flores das cerejeiras a cobrir o chão de branco.
será chuva, será gente?
Nada disso, são as flores das cerejeiras a cobrir o chão de branco.
29 abril 2013
Rais parta o pólen
Como é possível, minha gente, isto foi Inverno até há uns dias e depois veio a Primavera toda de uma vez. Eu explico, de repente deixou de fazer frio, a mãe Natureza mandou o alerta a tudo quanto era ser vivo, e todas as plantas desataram a reproduzir-se que nem doidas. Ou seja, os poléns estão todos no ar, mais concentrados que se a Primavera tivesse chegado com mais calma, e qualquer pessoa que seja minimamente alérgica anda aflita. eu estou com uma comichão horrível no ouvido interno e nos fundinhos do nariz, sítios impossíveis de coçar. O céu entretanto voltou ao habitualíssimo cinzento, as temperaturas desceram para os 13 graus, mas chuva, nem vê-la. E enquanto não chover, continuarei a tentar coçar-me nestas zonas improváveis.
A treinar uma nova qualidade
Se não tens nada de bom a acrescentar, fica calada.
(Hahahahaha! Mas tem tanta piada deitar mais achas para a fogueira...)
(Cala-te mas é que depois a malta chateia-se.)
(Mas eu queria rir-me um bocadinho mais.)
(Vai para dentro, vai, esquece, não se passou nada.)
(Ohhhhhhh!)
(Hahahahaha! Mas tem tanta piada deitar mais achas para a fogueira...)
(Cala-te mas é que depois a malta chateia-se.)
(Mas eu queria rir-me um bocadinho mais.)
(Vai para dentro, vai, esquece, não se passou nada.)
(Ohhhhhhh!)
Já vai, já vai...
Ai o que eu gosto do céu azul e do mar. E do tempo quente.
Mais dois dias e chega Maio. Maio costumava ser o inicio do verão quando eu era pequena. Aqui, apenas significa que estou mais perto do verão. Saudades.
Mais dois dias e chega Maio. Maio costumava ser o inicio do verão quando eu era pequena. Aqui, apenas significa que estou mais perto do verão. Saudades.
Biblioteca de livros digitais
(via Mau Feitio)
O plano nacional de leitura, com todos os defeitos que possa ter, gerou esta biblioteca de livros digitais. Diversos livros digitalizados, página a página, e ainda com opção de leitura digital (áudio-livro). Fantástico para ver com a miúda. Eu prefiro ler-lhe livros de autores portugueses, porque muitas vezes não gosto das traduções dos livros infantis estrangeiros, e a verdade é que os nossos livros também são bons. Para quando não posso simplesmente comprar um livro novo para a pequenita, ter esta biblioteca online é genial.
O plano nacional de leitura, com todos os defeitos que possa ter, gerou esta biblioteca de livros digitais. Diversos livros digitalizados, página a página, e ainda com opção de leitura digital (áudio-livro). Fantástico para ver com a miúda. Eu prefiro ler-lhe livros de autores portugueses, porque muitas vezes não gosto das traduções dos livros infantis estrangeiros, e a verdade é que os nossos livros também são bons. Para quando não posso simplesmente comprar um livro novo para a pequenita, ter esta biblioteca online é genial.
24 abril 2013
MEC
A parte melhor de o Miguel Esteves Cardoso ter um livro novo é poder ler todas as entrevistas que ele deu recentemente. As crónicas do público são pouco. O livro vai ser bom (encomendei, agora espero que me chegue às mãos). As entrevistas são amorosas.
22 abril 2013
A aprender rapidamente
Se perguntares a alguém a opinião sobre uma terceira pessoa e te recusarem uma resposta, cautela. Por muito negativa que uma resposta possa ser, é mais positiva que uma recusa categórica em emitir uma opinião. Neste caso, recusar terminantemente dizer seja o que for que se possa pensar, transmite uma advertência que não se pode ignorar. As palavras que ficam por dizer, em conjunto com a linguagem corporal, e a decisão irrevogável de falar sobre o assunto, traduzem um aviso luminoso gigantesco no meio da conversa. Se fores por aí vais por tua conta e risco. Um grande risco. Queres mesmo arriscar?
20 abril 2013
BFF
Dás a receita do bolo de chocolate que a tua amiga adorou, ela faz um e não sai bem. (Porquê, não sei, juro que lhe dei exactamente a minha receita.) Ela telefona em pânico porque tinha prometido levar esse bolo a um jantar, os dois de teste correram mal, e pede-te para fazeres um desta vez e depois um dia fazerem o bolo juntas, para ela perceber onde é que errou. Na boa, tinha tempo, fiz dose dupla, uma para ela e outro cá para casa, e toda a gente ficou contente. Minha amiga, estou sempre disposta a trocar um bolo por aquele molho picante que o meu rapaz adora. ;-)
Fundamentalmente, é por isto que somos amigas. Eu ajudo, tu ajudas, rimos juntas e assim somos mais felizes.
Fundamentalmente, é por isto que somos amigas. Eu ajudo, tu ajudas, rimos juntas e assim somos mais felizes.
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