Telefona para a secretaria da escola e pergunta quando é que deve inscrever a criança para o próximo ano lectivo. Resposta, hum, ehhh, veja na página da internet da escola. Infelizmente a informação não está lá publicada, por isso é que telefonei. Hum, ehhh, ficamos assim, dê-me o seu contacto e alguém lhe há-de telefonar.
Ainda à espera.
20 setembro 2012
19 setembro 2012
Renascendo das cinzas
Quase dois anos sem olhar para aquilo, e de repente, regresso.
(A twittar como se não houvesse amanhã. Ou escrever posts a sério desse muito trabalho.)
(A twittar como se não houvesse amanhã. Ou escrever posts a sério desse muito trabalho.)
18 setembro 2012
O Alentejano
Apesar das anedotas - que contamos uns aos outros ao desafio - o Alentejano não é aquilo que se possa pensar. Até pode levar mais tempo a fazer certas coisas, querer simplesmente que o deixem em paz, mas quando se mexe, leva tudo pela frente. Gosto deste Alentejano. Como gosto de qualquer pessoa que demonstre as suas convicções, tenha argumentos lógicos e não se deixe arrastar para baixo quando o nível da contra-argumentação desça até à parvoíce (eu confesso que não tenho paciência para parvos).
Em homenagem ao Alentejano, fica uma das minhas anedotas favoritas.
Dois alentejanos morrem e vão parar ao inferno. Diz um deles:
- Compadre, está calor aqui.
Responde o outro:
- Puxa, se isto por aqui está assim, como estará em Beja!
Em homenagem ao Alentejano, fica uma das minhas anedotas favoritas.
Dois alentejanos morrem e vão parar ao inferno. Diz um deles:
- Compadre, está calor aqui.
Responde o outro:
- Puxa, se isto por aqui está assim, como estará em Beja!
15 setembro 2012
No supermercado
Uma pessoa vai 'as compras uma hora antes da loja fechar, entra no supermercado e depara-se com esta cena: toda a tralha que durante o dia esteve na rua - expositores,paletes de flores, fruta, legumes, detergentes e outros artigos - esta' em vias de, de um momento para o outro, atravancar todo o supermercado. O acesso aos iogurtes e leite fresco esta' bloqueado por paletes de outros artigos, batatas fritas de pacote e frutos secos,a mesma coisa, e o cliente tem que ter cuidado para não ser atropelado por mais carrinho gigante (um metro quadrado de base por dois metros de altura) empurrado por um empregado que talvez nem se aperceba que o corredor e' mínimo e que há ali pessoas que ate' têm intenções de comprar coisas. Gente, falta uma hora para o fecho, podiam deixar o acesso livre aos produtos que supostamente ainda estarão 'a venda por mais uma hora, e já agora evitavam dar porrada nos clientes... E' por isso que este pais não Se calhar os portugueses deviam aprender estas práticas fabulosas.
14 setembro 2012
Isto não está para tristezas
Hoje está sol e eu entrei em modo preparação para o Natal. Sim, eu sei que ainda falta montes de tempo, mas o espírito vem quando lhe apetece, e eu apenas lhe abro as portas de par em par (isto agora soa-me esquisito).
Falaram-me em rabanadas, e rissóis, e restaurantes portugueses, e eu fiquei assim. Ainda para mais o meu leitor de MP3 foi dar à música de Natal e eu não passei à frente. Tristezas (política e afins) no twitter (eia, já não o usava há seculos), este blogue não está para se expandir sobre esses assuntos. 140 caracteres é o máximo que aguento.
Falaram-me em rabanadas, e rissóis, e restaurantes portugueses, e eu fiquei assim. Ainda para mais o meu leitor de MP3 foi dar à música de Natal e eu não passei à frente. Tristezas (política e afins) no twitter (eia, já não o usava há seculos), este blogue não está para se expandir sobre esses assuntos. 140 caracteres é o máximo que aguento.
11 setembro 2012
Das noticias
Apanhei o comunicado enquanto fazia zapping. Comentarios, poucos, que por muito que toda a gente diga isto nao vai la pelas palavras.
1. vou bloquear os canais de noticias. acidentes destes são para causar ataques de coração.
2. se ao menos não tivesse estudado economia, isto não me transtornava tanto.
3. quando o governo for abaixo, falamos.
1. vou bloquear os canais de noticias. acidentes destes são para causar ataques de coração.
2. se ao menos não tivesse estudado economia, isto não me transtornava tanto.
3. quando o governo for abaixo, falamos.
Esta malta e a mania de dar nomes esquisitos a programas de computador...
Enquanto tentávamos descobrir qual o problema do portátil que não queria funcionar como deve ser, encontramos algo chamado Zeus. Pergunta o meu colega, o que é Zeus? Resposta pronta, é o pai dos deuses. Devia estar no Olimpo, não sei porque é que se mudou para aí.
O olimpo agora é num certo e determinado portátil.
O olimpo agora é num certo e determinado portátil.
07 setembro 2012
E explicar a piada a um estrangeiro?
Descobri que marcar/linkar coisas no pinterest pode ser referido como "pinar".
Da escola
Uma pipa de massa por 6 livros. O sétimo ficou na média dos outros, outra pipa. Quando chegar ao fim do ano quero ver se o rapaz aprendeu aquilo tudo, para não ser mal empregue. Puxa vida, ainda para mais aquela tralha pesa pra caramba.
(repetir baixinho: o saber não ocupa lugar, os livros é que têm muitas páginas)
E, a última, uma pen de 16GB para a aula de informática??? Que é que aquela malta vai aprender a fazer, descarregar filmes da net??? (sim, porque as coisas úteis (hmmm) continuo a ser eu a ter que ensinar...)
Ao menos ainda não se meteu em sarilhos, se aguentar as próximas duas semanas, está safo até ao fim do ano lectivo... :-D
(repetir baixinho: o saber não ocupa lugar, os livros é que têm muitas páginas)
E, a última, uma pen de 16GB para a aula de informática??? Que é que aquela malta vai aprender a fazer, descarregar filmes da net??? (sim, porque as coisas úteis (hmmm) continuo a ser eu a ter que ensinar...)
Ao menos ainda não se meteu em sarilhos, se aguentar as próximas duas semanas, está safo até ao fim do ano lectivo... :-D
instantaneos de verao XV
(agora sem acentos)
Fizz limao. Ha' quanto tempo. Bolas de berlim com creme, fizz limao, o mar, o sol, a praia antes de chegar o maralhal. Ha' la' nada melhor. Quanto ao fizz limao nao sei, porque quando tentei comprar mais um ja' tinham deixado de produzir para este ano ("so' onde ainda houver sobras"), mas quanto ao resto, para o ano ha' mais. Em conjunto. Felizmente, pelo menos mar e sol vai havendo todo o ano. E ainda bem, porque sao das minhas coisas favoritas neste mundo.
Fizz limao. Ha' quanto tempo. Bolas de berlim com creme, fizz limao, o mar, o sol, a praia antes de chegar o maralhal. Ha' la' nada melhor. Quanto ao fizz limao nao sei, porque quando tentei comprar mais um ja' tinham deixado de produzir para este ano ("so' onde ainda houver sobras"), mas quanto ao resto, para o ano ha' mais. Em conjunto. Felizmente, pelo menos mar e sol vai havendo todo o ano. E ainda bem, porque sao das minhas coisas favoritas neste mundo.
02 setembro 2012
O regresso
Sempre a mesma coisa,13 graus e chuva. O verao foi bom enquanto durou, mas acabou-se. No regresso ao normal, trago uma caneta bic 4 cores comigo. Passei os anos 80 sem uma (bem queria), vou usa-la como se nao houvesse amanha... ou ate' acabar a tinta!
30 agosto 2012
instantâneos de verão XIV
a gastar os últimos cartuchos...
Nos meus montes, verdes e amarelos ao perto, azuis ao longe, confundindo-se com o céu. Solitários, orgulhosos, rasgados por estradas novas e geradores eólicos porque ali não mora ninguém, e por isso pode-se estragar a paisagem, tira-se a foto para o outro lado e depois manda-se lá para fora a ver se vêm turistas (parvos).
Divirjo. Na estrada antiga a ponte velha ainda serve, bonita, e as bermas estão pejadas de castanheiros, os ouriços verdes, as castanhas a crescer e amadurecer. Quase não passam carros. Estradinhas de terra batida seguem por montes acima, vão dar ao cume, onde me lembro de brincar em miúda. E dos campeonatos de asa delta, hoje em dia já ninguém faz asa delta, onde pessoas esquisitas se mandavam dali abaixo numas geringonças estranhas e depois iam parar ao meio do nada. Se bem que ali quase tudo seria o meio do nada, e como tal, dificilmente conseguiriam ir parar a lugar algum.
Tenho muita sorte.
Apesar das fotos que correm o mundo, os meus montes continuam suficientemente vazios para o meu gosto. Aquela vista agora é de muita gente, mas aquele ar continua a ser de muito poucos. Gosto disso. Os meus montes não se dão com o turismo de massas - o turismo de massas não se dá com eles. Uma piscina só entretém por um ou dois dias, a paisagem não é como a televisão, apenas está ali, não passa nada. Mesmo nada. Ao fundo as barragens não se mexem, a água parada. Nos caminhos de terra batida também não passa ninguém.
À despedida, passo por dois velhotes na estrada. Acenam-me. Aceno-lhes também e sorrio, provavelmente ganharam o dia, ao ver passar alguém. E eu também.
Nos meus montes, verdes e amarelos ao perto, azuis ao longe, confundindo-se com o céu. Solitários, orgulhosos, rasgados por estradas novas e geradores eólicos porque ali não mora ninguém, e por isso pode-se estragar a paisagem, tira-se a foto para o outro lado e depois manda-se lá para fora a ver se vêm turistas (parvos).
Divirjo. Na estrada antiga a ponte velha ainda serve, bonita, e as bermas estão pejadas de castanheiros, os ouriços verdes, as castanhas a crescer e amadurecer. Quase não passam carros. Estradinhas de terra batida seguem por montes acima, vão dar ao cume, onde me lembro de brincar em miúda. E dos campeonatos de asa delta, hoje em dia já ninguém faz asa delta, onde pessoas esquisitas se mandavam dali abaixo numas geringonças estranhas e depois iam parar ao meio do nada. Se bem que ali quase tudo seria o meio do nada, e como tal, dificilmente conseguiriam ir parar a lugar algum.
Tenho muita sorte.
Apesar das fotos que correm o mundo, os meus montes continuam suficientemente vazios para o meu gosto. Aquela vista agora é de muita gente, mas aquele ar continua a ser de muito poucos. Gosto disso. Os meus montes não se dão com o turismo de massas - o turismo de massas não se dá com eles. Uma piscina só entretém por um ou dois dias, a paisagem não é como a televisão, apenas está ali, não passa nada. Mesmo nada. Ao fundo as barragens não se mexem, a água parada. Nos caminhos de terra batida também não passa ninguém.
À despedida, passo por dois velhotes na estrada. Acenam-me. Aceno-lhes também e sorrio, provavelmente ganharam o dia, ao ver passar alguém. E eu também.
22 agosto 2012
Instantâneos de verão XIII
Fui à praia às quatro e meia, mas já estava a fechar...
E os nadadores salvadores (eram dois) andavam a pescar gente no mar.
E os nadadores salvadores (eram dois) andavam a pescar gente no mar.
19 agosto 2012
instantâneos de verão XII
Vi pela primeira vez uma quantidade de gente com escaldões. Deve ser síndroma da segunda quinzena de Agosto, chegar à praia branquinho quando já muita gente está morena, e tentar apanhar o bronze rapidamente... Vermelho não é uma cor bonita para a pele (e o que aquilo deve doer à noite).
13 agosto 2012
instantâneos de verão XI
Desde que estou de férias que os combustíveis têm vindo a subir 3 cêntimos por semana. Se eu pensasse que o mundo gira à minha volta poderia decidir que está na hora de voltar ao trabalho...
10 agosto 2012
instantâneos de verão X
Aproveitei um breve interregno no verão para ajudar alguém a preparar-se para um exame de matemática. Deixei a comida a meio por um problema envolvendo derivadas e logaritmos. Puro prazer. Fiquei a pensar que deveria ter ido era para matemática, seria mais feliz assim.
instantâneos de verão IX
Por muito que não goste de me levantar cedo, só preciso da motivação certa. Nada como chegar a uma praia quase deserta, passear pela areia, nadar na água quentinha, ver as massas chegar, descendo as escadas ao longe. O pequeno-almoço pode esperar pelo meio-dia,a praia é diferente (e melhor) de manhã.
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